PPGCom inicia as atividades de 2015

1 Nov 2017

Publicado originalmente em 10 de março de 2015

 

A aula inaugural do PPGCOM, no dia 09, contou com a presença da Profa. Dra. Marise Morbach e o Prof. Dr. Fábio Castro. A partir do tema central – liberdade de expressão -, os integrantes da mesa e os demais participantes que fizeram perguntas chegaram a temas como o compromisso que a comunicação deve ter com a sociedade e um panorama mundial sobre a liberdade de expressão.

 

O prof. Fábio marcou alguns pontos na história do jornalismo francês, para então explicar o tipo de crítica que o periódico Charlie Hebdo fazia e por que já havia sofrido atentados previamente – uma bomba em 2011, antes do massacre em 2014. O professor contou que os franceses são ensinados a duvidar de qualquer religião atrelada ao estado. “É a continuação de uma tradição de jornalismo na França”, disse o professor ao citar a sátira como instrumento de crítica.

 

Ambos integrantes da mesa fizeram considerações acerca do movimento de extrema direita crescente no Brasil e, como foi demarcado pelo professor Fábio, no mundo inteiro. Países como França, Croácia, Hungria, entre outros, tem entidades de extrema direita, além de comportamento xenofóbico, racista, misógino, homofóbico, nacionalista e antidemocrático em parte da sociedade. “Quem pensa que o fenômeno político do fascismo morreu, está enganado”, afirmou o professor.

 

Sobre a relação da comunicação com a liberdade política, o professor afirmou que na contemporaneidade a comunicação está perdendo sua função de contrapoder. A professora Marise defendeu o controle social das mídias e que os comunicólogos não podem desprezar a diversidade do público: “Não devemos utilizar dos perfis de audiência para calar as minorias, generalizando a opinião pública. A representação [midiática] pode não mudar opiniões dissonantes, mas abre espaço em pautas públicas”.

 

Sobre a relação da comunicação com a liberdade política, o professor afirmou que na contemporaneidade a comunicação está perdendo sua função de contrapoder. A professora Marise defendeu o controle social das mídias e que os comunicólogos não podem desprezar a diversidade do público: “Não devemos utilizar dos perfis de audiência para calar as minorias, generalizando a opinião pública. A representação [midiática] pode não mudar opiniões dissonantes, mas abre espaço em pautas públicas”.

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